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Diálogo entre ciência e sociedade


A ciência realiza novas descobertas frequentemente, fato que possibilita melhorias e desenvolvimento de novas tecnologias. Entretanto, muitas vezes a sociedade não entende o método científico e muitas coisas são confrontadas com paradigmas culturais, morais ou religiosos. Para lidar com isso, é necessário haver comunicação entre o meio científico e a população.

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Muito se discute a respeito dos limites que devem ser impostos em relação as novas tecnologias e suas influências.Principalmente, quando afeta diretamente a religiosidade relacionada a seus princípios fundamentais, uma vez que, tais evoluções estão sendo capazes de distorcer a realidade pura.Faz-se necessário, portanto, rever os conceitos filantrópicos sobre a origem da vida a fim de tornar acordos mais comunicativos e favoráveis para ambos.
Um aspecto a ser considerado é a compreensão das evoluções tecnológicas á séculos atrás pelos religiosos, com conflitos filosóficos competindo pela autoridade da vida sobre a realidade.A ciência, por sua vez dia-a-dia está mais capacitada, provendo vários feitos revolucionários como por exemplo: a realização de crianças em laboratório onde a partir de 1978 com Patrick Steptoe e Robert Edwards proverão um sonho de muitos casais inférteis.
Somado a isso, é preciso micro-estruturar os fatores evolutivos das tecnologias em consonância com religião que leva em conta regras aliado aos seus princípios sagrados para que possa relevar certos valores.Na atual legislação mundial são enfatizados o dever da liberdade de escolha ( Art.1 Declaração Universal dos Direitos Humanos ) onde todo ser humano é capaz de evoluir, criar, elaborar ou mesmo retroceder, seguir, obedecer.
Cabe, portanto, aos Direitos Universais um fortalecimento nas políticas sócio-educativas de conduta e respeito de escolha individual perante a sociedade para que haja uma consolidação de uma pátria mundial livre sobe múltiplas escolhas perante a lei, respeitando assim a evolução das espécies tecnológicas como também religiosas. 

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